quarta-feira, 7 de outubro de 2009
As flores da esperança
Sentimentos que o tempo leva
Sonhos de esperanças,
Se transformando em pedras de gelo
Vem inverno e tudo continuou como antes...
Veio a primavera e as flores que colhi,
Roubaram-me na janela
Meu pranto, meu encanto...
Atiro-me num mar de espelhos
Onde vi refletida toda minha dor
Soletrei seu nome...
E junto com o amargo das palavras
Descobri que não era amor, era medo...
Estou triste, só e vazio...
(As flores da esperança – Ana Lins)
Sonhos de esperanças,
Se transformando em pedras de gelo
Vem inverno e tudo continuou como antes...
Veio a primavera e as flores que colhi,
Roubaram-me na janela
Meu pranto, meu encanto...
Atiro-me num mar de espelhos
Onde vi refletida toda minha dor
Soletrei seu nome...
E junto com o amargo das palavras
Descobri que não era amor, era medo...
Estou triste, só e vazio...
(As flores da esperança – Ana Lins)
domingo, 2 de agosto de 2009
Olha o passarinho!
Andei outro dia pelas ruas
E o que vi foram rostos
Rostos machucados pelo tempo
Mas não foi só o tempo
Foi o silêncio
Imagine...
Eu ontem andei pelas ruas
Tentando encontrar um sorriso
Não foi fácil
Os rostos deles sangravam
Com uma pálida aura tímida
Eu vi...
O impressionante que não foi só eu que vi
Alguém falou que isso é normal...
Penso:
Essa normalidade me mata a cada dia.
Eu ontem pensava na minha vida
E via outras vidas da janela de um ônibus
Eu queria encontrar naqueles rostos
Alguma lembrança mesmo simulada.
Encontrei...
Muitos rostos carregados pelo tempo.
Na sincronia dos fatos percebo
Que naquele dia eu vi
Vi o menino que sorriu.
Ainda tenho esperança
Quando me lembro daquele sorriso.
Eu hoje me lembro daquele dia
Lembro daquele caminho
Lembro daqueles rostos
E não esqueço aquele sorriso menino.
Ana Lins – 27 de julho de 2009
E o que vi foram rostos
Rostos machucados pelo tempo
Mas não foi só o tempo
Foi o silêncio
Imagine...
Eu ontem andei pelas ruas
Tentando encontrar um sorriso
Não foi fácil
Os rostos deles sangravam
Com uma pálida aura tímida
Eu vi...
O impressionante que não foi só eu que vi
Alguém falou que isso é normal...
Penso:
Essa normalidade me mata a cada dia.
Eu ontem pensava na minha vida
E via outras vidas da janela de um ônibus
Eu queria encontrar naqueles rostos
Alguma lembrança mesmo simulada.
Encontrei...
Muitos rostos carregados pelo tempo.
Na sincronia dos fatos percebo
Que naquele dia eu vi
Vi o menino que sorriu.
Ainda tenho esperança
Quando me lembro daquele sorriso.
Eu hoje me lembro daquele dia
Lembro daquele caminho
Lembro daqueles rostos
E não esqueço aquele sorriso menino.
Ana Lins – 27 de julho de 2009
Voce II

Traz alma ao meu coração
Faz-me acreditar que tudo pode ser possível
Quando a razão me fez viver
Uma intensa permanência
Na expectativa do que pode acontecer na vida
Durante o tempo em que eu não sabia exatamente o que fazer
Poderia retribuir a você o bem que me faz
Proporcionando-lhe dias felizes e tranqüilos
Que esse sentimento não seja pouco
E que não passe tão rápido
Que seja intenso
Mágico e eterno
Na medida em que eu consiga dividir
Tudo que aprendi de melhor na vida
De modo que eu possa aprender com você também...
Ana Lins (2008)
Basta um momento
segunda-feira, 20 de julho de 2009
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